Friday, November 8, 2013

atividade Educação Ambiental na Diversidade 3.2

Atividade 3.2 – Caindo na Rede
Nathalie Cristina Wutzki
“Num mundo de grandes poderes, grandes mídias e monopólios
Participar de redes de conexões é uma forma de liberdade
Uma forma de democracia
Uma nova forma de felicidade”

Robert Muller

 As redes de educação ambiental são espaços de trocas de experiências e compartilhamento de informações que propiciam o crescimento coletivo e o intercambio de ideias. Ao visualizar as práticas desenvolvidas em outros espaços é possível ter uma dimensão maior do trabalho desenvolvido como parte de um processo que está se multiplicando em diversos espaços. Desta maneira é uma importante ferramenta para a motivação e aprendizagem contínua do educador. As experiências compartilhadas podem servir de inspiração e também de reflexão na construção se suas práticas pedagógicas.

Cardápio com algumas redes de educação ambiental no Brasil.
REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental

“A Rede Paulista de Educação Ambiental – REPEA surgiu a partir de articulações realizadas antes e durante a Conferência Eco-92. Sua proposta é fortalecer a Educação Ambiental (EA) no estado de São Paulo, através da integração crescente entre pessoas e instituições que desenvolvem atividades nesse campo, denominadas elos.”

RCEAS – Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental
“A Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental (Rede CEAs) foi formalizada no ano de 2003, a partir da necessidade de se articular as diversas iniciativas de CEAs existentes no país.”

RUPEA – Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA)
A Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA) tem como missão reunir, articular e fortalecer instituições universitárias e seus sujeitos sociais, promotores de iniciativas e programas de educação ambiental comprometidos com a construção de sociedades sustentáveis.

Rede Mensageiros da água
O Programa Mensageiros da Água pretende sistematizar práticas pedagógicas e criar intercâmbios entre diferentes atores da sociedade a fim de promover visibilidade aos projetos de acesso à água potável, preservação dos mananciais, saneamento, educação e cidadania.

atividade Educação Ambiental na Diversidade 3.2

Atividade 3.2 – Caindo na Rede
Nathalie Cristina Wutzki
“Num mundo de grandes poderes, grandes mídias e monopólios
Participar de redes de conexões é uma forma de liberdade
Uma forma de democracia
Uma nova forma de felicidade”

Robert Muller

 As redes de educação ambiental são espaços de trocas de experiências e compartilhamento de informações que propiciam o crescimento coletivo e o intercambio de ideias. Ao visualizar as práticas desenvolvidas em outros espaços é possível ter uma dimensão maior do trabalho desenvolvido como parte de um processo que está se multiplicando em diversos espaços. Desta maneira é uma importante ferramenta para a motivação e aprendizagem contínua do educador. As experiências compartilhadas podem servir de inspiração e também de reflexão na construção se suas práticas pedagógicas.

Cardápio com algumas redes de educação ambiental no Brasil.
REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental

“A Rede Paulista de Educação Ambiental – REPEA surgiu a partir de articulações realizadas antes e durante a Conferência Eco-92. Sua proposta é fortalecer a Educação Ambiental (EA) no estado de São Paulo, através da integração crescente entre pessoas e instituições que desenvolvem atividades nesse campo, denominadas elos.”

RCEAS – Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental
“A Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental (Rede CEAs) foi formalizada no ano de 2003, a partir da necessidade de se articular as diversas iniciativas de CEAs existentes no país.”

RUPEA – Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA)
A Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA) tem como missão reunir, articular e fortalecer instituições universitárias e seus sujeitos sociais, promotores de iniciativas e programas de educação ambiental comprometidos com a construção de sociedades sustentáveis.

Rede Mensageiros da água
O Programa Mensageiros da Água pretende sistematizar práticas pedagógicas e criar intercâmbios entre diferentes atores da sociedade a fim de promover visibilidade aos projetos de acesso à água potável, preservação dos mananciais, saneamento, educação e cidadania.

atividade Educação Ambiental na Diversidade 3.2

Atividade 3.2 – Caindo na Rede
Nathalie Cristina Wutzki
“Num mundo de grandes poderes, grandes mídias e monopólios
Participar de redes de conexões é uma forma de liberdade
Uma forma de democracia
Uma nova forma de felicidade”

Robert Muller

 As redes de educação ambiental são espaços de trocas de experiências e compartilhamento de informações que propiciam o crescimento coletivo e o intercambio de ideias. Ao visualizar as práticas desenvolvidas em outros espaços é possível ter uma dimensão maior do trabalho desenvolvido como parte de um processo que está se multiplicando em diversos espaços. Desta maneira é uma importante ferramenta para a motivação e aprendizagem contínua do educador. As experiências compartilhadas podem servir de inspiração e também de reflexão na construção se suas práticas pedagógicas.

Cardápio com algumas redes de educação ambiental no Brasil.
REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental

“A Rede Paulista de Educação Ambiental – REPEA surgiu a partir de articulações realizadas antes e durante a Conferência Eco-92. Sua proposta é fortalecer a Educação Ambiental (EA) no estado de São Paulo, através da integração crescente entre pessoas e instituições que desenvolvem atividades nesse campo, denominadas elos.”

RCEAS – Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental
“A Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental (Rede CEAs) foi formalizada no ano de 2003, a partir da necessidade de se articular as diversas iniciativas de CEAs existentes no país.”

RUPEA – Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA)
A Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA) tem como missão reunir, articular e fortalecer instituições universitárias e seus sujeitos sociais, promotores de iniciativas e programas de educação ambiental comprometidos com a construção de sociedades sustentáveis.

Rede Mensageiros da água
O Programa Mensageiros da Água pretende sistematizar práticas pedagógicas e criar intercâmbios entre diferentes atores da sociedade a fim de promover visibilidade aos projetos de acesso à água potável, preservação dos mananciais, saneamento, educação e cidadania.

atividade Educação Ambiental na Diversidade 3.2

Atividade 3.2 – Caindo na Rede
Nathalie Cristina Wutzki
“Num mundo de grandes poderes, grandes mídias e monopólios
Participar de redes de conexões é uma forma de liberdade
Uma forma de democracia
Uma nova forma de felicidade”

Robert Muller

 As redes de educação ambiental são espaços de trocas de experiências e compartilhamento de informações que propiciam o crescimento coletivo e o intercambio de ideias. Ao visualizar as práticas desenvolvidas em outros espaços é possível ter uma dimensão maior do trabalho desenvolvido como parte de um processo que está se multiplicando em diversos espaços. Desta maneira é uma importante ferramenta para a motivação e aprendizagem contínua do educador. As experiências compartilhadas podem servir de inspiração e também de reflexão na construção se suas práticas pedagógicas.

Cardápio com algumas redes de educação ambiental no Brasil.
REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental

“A Rede Paulista de Educação Ambiental – REPEA surgiu a partir de articulações realizadas antes e durante a Conferência Eco-92. Sua proposta é fortalecer a Educação Ambiental (EA) no estado de São Paulo, através da integração crescente entre pessoas e instituições que desenvolvem atividades nesse campo, denominadas elos.”

RCEAS – Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental
“A Rede Brasileira de Centros de Educação Ambiental (Rede CEAs) foi formalizada no ano de 2003, a partir da necessidade de se articular as diversas iniciativas de CEAs existentes no país.”

RUPEA – Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA)
A Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis (RUPEA) tem como missão reunir, articular e fortalecer instituições universitárias e seus sujeitos sociais, promotores de iniciativas e programas de educação ambiental comprometidos com a construção de sociedades sustentáveis.

Rede Mensageiros da água
O Programa Mensageiros da Água pretende sistematizar práticas pedagógicas e criar intercâmbios entre diferentes atores da sociedade a fim de promover visibilidade aos projetos de acesso à água potável, preservação dos mananciais, saneamento, educação e cidadania.

Friday, October 11, 2013

Atividade 3.2 A educação ambiental no Brasil; Os principais aspectos da Educação Ambiental Crítica; A sustentabilidade na perspectiva crítica


A educação ambiental no Brasil possui variadas formas e metodologias, fundamentadas em diferentes pressupostos e tem sido agrupadas como: “educação ambiental popular, crítica, política, comunitária, formal, não formal, para o desenvolvimento sustentável, conservacionista, socioambiental, ao ar livre” os limites entre esses grupos não são muito claros mas tratam-se de reflexos das mais diversas visões de mundo e da crise ambiental.
A educação ambiental crítica possui alguns fundamentos que a identificam. O adjetivo crítico refere-se à associação da educação ambiental com o pensamento crítico, que tem suas raízes nos ideais democráticos e emancipatórios que foram aplicados na educação através da educação popular que tem como um dos fundadores o Paulo Freire. Está educação busca mediar a construção social de conhecimentos a partir da realidade dos sujeitos, buscando a emancipação e a construção de autores da própria história. A educação ambiental acrescenta a isso a necessidade de compreender as relações sociedade-natureza e a intervenção em problemas ambientais. Busca a construção de valores e a ressignificação do cuidado para com a natureza e para com o outro humano, não focando e responsabilizando apenas o indivíduo, mas também sem responsabilizar apenas “um sistema social genérico”. A Educação ambiental crítica busca trabalhar na relação indivíduo-sociedade, pois é nesta relação que ambos são construídos, tem em seu fundamento a compreensão de que a crise socioambiental é fruto de uma visão de mundo antropocentrista sustentada em uma “relação desintegrada entre sociedade e natureza, baseada na exploração da primeira sobre a segunda” (Mauro Guimarães). Portando a transformação necessária é mais complexa e estrutural do que apenas a soma de transformações nos comportamentos individuais.
A sustentabilidade na perspectiva crítica considera as dimensões sociais, éticas, políticas e culturais que atravessam e condicionam o fenômeno ambiental. Portanto a crise socioambiental segundo essa visão é resultado de um sistema econômico e político e não pode ser solucionada apenas através de soluções superficiais (como novas tecnologias) diante de uma questão que é sistêmica. Segundo Guattari uma verdadeira resposta à crise ecológica envolveria uma revolução política, social e cultura reorientando os objetivos da produção de bens materiais e imaterias.

Saturday, October 5, 2013

Populações tradicionais e Unidades de Conservação

Atividade 2.3 – Tendências Pedagógicas na Educação Ambiental
Populações tradicionais e Unidades de Conservação
                                                                                                                                 Nathalie Wutzki
O Brasil é considerado um país megabiodiverso, o grande território com seus diversos biomas contribuem para que seja o país com maior biodiversidade do planeta, onde mais de 20% do número total de espécies da Terra vivem.  A biodiversidade brasileira não está apenas no número de espécies, mas também podemos falar sobre a grande sociobiodiversidade, as diferentes populações tradicionais (quilombolas, extrativistas, pescadores, agricultores familiares, entre outras), que ao longo de séculos desenvolveram diferentes formas de se relacionar com a natureza.
Existe um grande debate em torna da questão da conservação da biodiversidade e as populações tradicionais que vivem nas Unidades de Conservação. Podemos perceber duas visões diferentes em torno da questão, a primeira considera que essas áreas, por terem uma grande importância devido as espécies raras que ali existem deveriam ser mantidas protegidas da ação humana, que, segundo essa visão sempre possui caráter destrutivo. Para sustentar essa tese os pesquisadores buscam evidências de que as populações tradicionais ao longo da história sempre depredaram a natureza. A segunda visão considera a presença ao longo de centenas de anos dessas populações nesses locais e defende que essas populações protegem a biodiversidade, segundo Arruda “Trata-se de valorizar a identidade, os conhecimentos, as práticas e os direitos de cidadania destas populações, valorizando seu padrão de uso dos recursos naturais”. Segundo essa visão a preservação dessas áreas é compatível com a permanência dessas comunidades e, ao analisar o fato da grande porcentagem de populações presentes nas UC’s, considera que a melhor forma de trabalhar seja incluir essas populações no manejo sustentável da área a partir da gestão compartilhada e de soluções criadas com a participação dessas populações.
Por trás dessas visões encontramos duas concepções diferentes sobre a natureza. A primeira apresenta uma visão naturalista “essa visão “naturalizada” tende a ver a natureza como o mundo da ordem biológica, essencialmente boa, pacificada, equilibrada, estável em suas interações ecossistêmicas, o qual segue vivendo como autônomo e independente da interação com o mundo natural humano. Quando essa interação é focada, a presença humana amiúde aparece como problemática e nefasta para natureza” (Carvalho, 2011). Portanto a melhor forma de conservar a biodiversidade é mantê-la a salvo da ação humana, em uma espécie de aquário/zoológico com acesso restrito apenas para a contemplação e pesquisa. Essa visão é presente na sociedade e já pode ser vista enraizada na concepção das crianças em diversos momentos na sala de aula. Como exemplo posso citar uma aula sobre a extinção das espécies na 6ª série em que uma sugestão foi colocar todas as espécies dentro de uma ilha, ou colocar uma redoma de vidro entorno da Amazônia. As Unidades de Conservação segundo essa proposta alimentam essa visão insustentável da relação homem/natureza. Já a segunda visão considera que “a natureza e os humanos, bem como a sociedade e o ambiente, estabelecem uma relação de mútua interação e copertença, formando um único mundo” (Carvalho 2011). Portanto a construção de planos de manejo com as populações locais, valorizando seus conhecimentos e práticas diante da necessidade da preservação da biodiversidade são uma oportunidade de valorizar outras formas de se relacionar com a natureza e construção de “bons exemplos”. Quem sabe, mais precioso do que a preservação de algumas espécies, seja conciliar isso com a necessidade para essa e as próximas gerações de exemplos positivos que nos ajudem na desconstrução da visão do homem como “câncer” do planeta e na reflexão sobre o seu papel na natureza.

Carvalho, Isabel Cristina de Moura. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico – 5ed. – São Paulo: Cortez, 2011.


Thursday, September 26, 2013

Comentário sobre o vídeo "A história das coisas"



O vídeo “A história das coisas” aborda a questão da crise ambiental a partir de um panorama global, analisando criticamente o sistema de produção capitalista, baseado em uma visão linear da produção que busca o crescimento sem considerar a sustentabilidade dos recursos finitos do planeta e os direitos humanos.
O vídeo  aborda a questão da injustiça socioambiental na forma com que os recursos naturais são utilizados de maneira desigual entre as populações do mundo, como exemplo o caso dos Estados Unidos que com uma população de 5% explora 30% dos recursos. Traz uma reflexão sobre a visão dos países “desenvolvidos” que enxergam os países do “terceiro mundo” como uma “cesta de recursos” a serem explorados, desconsiderando as populações que vivem nesses locais. Dessa maneira traz uma visão crítica do sistema capitalista na qual estas relações são construídas, onde o valor dos indivíduos tem como base o seu poder como consumidor. Dessa maneira não culpabiliza apenas o indivíduo por seus hábitos de consumo, mas mostra como esses hábitos são parte desse sistema que para sobreviver explora a natureza, incluindo o ser humano. Também desmistifica soluções superficiais como a reciclagem, que apesar de ser necessária não exclui a necessidade de mudar a lógica desse sistema. Para concluir mostra que para subverter essa ordem são necessárias ações governamentais, de organização e individuais baseadas em relações justas e sustentáveis.

Reflexão sobre o pertencimento do homem a natureza

“Tal como os outros seres vivos com quem compartilhamos a mesma casa, o planeta Terra, fomos criados com as mesmas partículas ínfimas e com as mesmas combinações de matérias e energias que movem a Vida e os astros do universo. Algo do que há nas estrelas pulsa também em nós… Não somos intrusos no Mundo ou uma fração da Natureza rebelde a ela. Somos a própria, múltipla e infinita experiência do mundo natural realizada como uma forma especial da Vida: a vida humana.” Carlos Rodrigues Brandão.